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17/03/2015 | Mundo

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O comércio mundial de armas convencionais cresceu cerca de 16{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} entre 2010 e 2014, em comparação aos cinco anos anteriores, mostra levantamento divulgado pelo Instituto Internacional de Estudos para a Paz, de Estocolmo.

Em relação ao período 2005-2009, os Estados Unidos aumentaram em 23{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} a comercialização de armas, mantendo-se como primeiro exportador mundial e controlando cerca de 31{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} das vendas. A Rússia é o segundo maior exportador.

“Durante muito tempo, os Estados Unidos consideravam a venda de armas como ferramenta fundamental na política externa e de segurança, mas as exportações mais recentes têm servido apenas para manter os níveis de produção, uma vez que os gastos militares diminuiram”, diz o instituto.

A Coreia do Sul e os Emirados Árabes Unidos são os principais destinatários das exportações de armas dos Estados Unidos. No caso da Rússia, o comércio é sobretudo com a Índia, a China e a Argélia.

A China, o terceiro maior exportador, tem apenas 5{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} do mercado internacional, mas entre 2010 e 2014 registrou aumento de 143{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}, revela o estudo.

A Índia e a Arábia Saudita são os maiores importadores de armas.

Criado em 1966, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz dedica-se à investigação sobre conflitos, armamento, desarmamento, comércio e controle de armas.

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