Crimes violentos crescem cerca de 7{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} em Minas Gerais

28/04/2015 | Minas Gerais

aumento crimes violentos

 

 

 

Os crimes violentos aumentaram cerca de 7{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} em Minas Gerais no primeiro semestre de 2015, se comparados com o mesmo período de 2014. Ao todo, o estado registrou 29.384 homicídios, tentativas de homicídio, estupros, tentativas de estupros, estupro de vulneráveis, sequestros e cárceres privados, roubos e extorsões mediante a sequestro. Em 2014, foram 27.448 crimes nessas nove modalidades. 

Em Belo Horizonte aconteceu o mesmo, o número de crimes violentos cresceu de 9.174 para 9.774, o que representa 6,5{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}. Na região metropolitana, também há um aumento de 15.422 para 17.194, um total de 11{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} neste ano. 

Quando analisados os crimes separadamente, o homicídio está em queda em Minas Gerais. Considerado o primeiro trimestre, houve redução de 11{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} no estado, 34{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} em Belo Horizonte e 19{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} na região metropolitana. Os roubos, no entanto, cresceram 10,7{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} para o estado, 8,73{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} na capital e 14,67{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} na região metropolitana. 

No primeiro balanço sobre crimes divulgado este ano, a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) anunciou mudanças na metodologia de registro de estatística. Uma das alterações é a separação dos dados sobre estupros daqueles casos de estupros de vulneráveis, que segundo a Seds, ficaram escondidos em estatísticas desde 2012. 

Outra mudança é a atualização sistemática das estatísticas de crimes que de acordo com a Seds, não era feita anteriormente. Dessa forma, ocorrências de crime registradas em datas posteriores à divulgação mensal dos números não entravam para o balanço. 

Uma terceira alteração é que a partir deste ano, a Seds vai disponibilizar estatísticas de criminalidade por município. Por fim, o cálculo de taxas de criminalidade violenta passa a usar as estimativas de população feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e não mais as projeções da Fundação João Pinheiro (FJP) como foi feito em 2012, 2013 e 2014. 

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