Desaparecimento de motorista de aplicativo completa duas semanas

24/09/2023 | Centro-Oeste

A Polícia Civil apenas informou que a investigação continua em andamento – Foto Arquivo pessoal

 

 

O desaparecimento da motorista de aplicativo Sheilla Angelis de Almeida, de 36 anos, completa duas semanas neste sábado 23/9. Familiares e amigos continuam na expectativa por notícias sobre ela.

 

A Polícia Civil apenas informou que a investigação continua em andamento e que detalhes serão divulgados em momento adequado.

 

Veja o que se sabe sobre o caso em ordem cronológica:

 

 

9 de setembro: Sheilla sumiu por volta das 18h, após fazer uma corrida no Bairro Campina Verde, com um veículo Fiat/Argo branco.

 

 

10 de setembro: O carro dela passa por Juiz de Fora. Foi registrada uma compra com o cartão de Sheilla em uma loja de conveniência em São João Del Rei, por volta das 00:30, e outra compra em uma cidade no estado do Rio de Janeiro.

 

 

12 de setembro: O delegado Flávio Tadeu Destro disse que o inquérito está em regime de prioridade e não descarta nenhuma linha de investigação. Ele também pediu que a população repasse qualquer informação relevante à polícia.

 

 

13 de setembro: Marina Almeida, prima de Sheilla, falou da angústia que ela e a família têm vivenciado nos últimos dias. “Estão sendo dias angustiantes. Quanto mais o tempo passa, mais a angústia aperta”, contou.

 

 

15 de setembro: Familiares, amigos e colegas de trabalhos fizeram carreatas em Divinópolis como forma de cobrar respostas sobre o caso.

 

 

Investigação

 

 

Amigos e familiares fazem carreata de manifestação – Foto reprodução

 

 

O delegado Flávio Tadeu Destro disse que a apuração do caso é prioridade e não descarta nenhuma linha de investigação. Destro também informou que testemunhas e familiares já foram ouvidos e pede a ajuda da população.

 

“A gente solicita que qualquer informação relevante que possa contribuir na localização e na identificação do paradeiro de Sheilla seja levada ao conhecimento da Polícia Civil, através do telefone 181, ou também através do 190, da Polícia Militar”.

 

*Com informações do G1 

 

 

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