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Rádio Santana FM

Itaúna, 25 de junho de 2021

desperdicio agua brasil 06

 

 

Um estudo sobre o mal aproveitamento de água tratada revelou que o Brasil é o 20° no ranking composto por 43 países. Segundo os dados referentes a 2011 analisados pela International Benchmarking Network for Water and Sanitation Utilities (IBNET) identificaram que os brasileiros perdem 39{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} da água que chega a ser tratada. Esse desperdício acontece, na maioria das vezes, por causa de ligações clandestinas e vazamentos.

No topo da lista, Fiji é o país que mais desperdiça o recurso, com índice próximo de 83{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}. Em seguida, aparecem no ranking: Samoa (70{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}), Ilhas Salomão (67{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}), Albânia (64{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}), Macedônia (63{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}) e Kosovo (61{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}).

Dos países sul-americanos, além do Brasil, somente o Uruguai está presente do ranking, desfrutando de uma não desejada 11° posição, com um desperdício acentuado de 49{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}.

Em comparação com um outro levantamento, realizado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) em 2013, o portal ‘G1’ destacou que nesta época foi constatado desperdício de 37{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} em território brasileiro. Isso seria o equivalente a 5,8 trilhões de litros de água.

Esse desperdício de água pode ser causado por diferentes fatores ligados ao sistema de abastecimento. São vazamentos não verificados, problemas operacionais, desgastes das tubulações de redes que influenciam diretamente na quantidade de água que chega ao seu destino final.

Entre as unidades federativas com menor índice de perdas  de água, segundo o SNIS, estão o Distrito Federal e Goiás, com 27,3{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} e 28,8{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} de desperdício, respectivamente.

Situados na faixa entre 30{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} e 40{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}, estão 12 Estados: no Norte, o Tocantins; no Nordeste, a Paraíba, o Ceará e o Maranhão; no Sudeste, o Espírito Santo, Minas Gerais, o Rio de Janeiro e São Paulo; no Sul, o Paraná, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul e, no Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul.

Na última faixa, maior que 40{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}, restaram 13 Estados: no Norte, o Acre, o Amazonas, o Amapá, o Pará, Rondônia e Roraima; no Nordeste, Alagoas, a Bahia, Pernambuco, o Piauí, o Rio Grande do Norte e Sergipe; no Centro-Oeste, Mato Grosso. O Amapá tem o pior índice de desperdício, 76,4{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}, seguido por Roraima, com 59,7{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}.