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Rádio Santana FM

Itaúna, 19 de junho de 2021

Para receber a vacina, as pessoas com essas comorbidades devem estar pré-cadastradas  – Foto: Getty Images

 

 

Pessoas com comorbidades são as próximas da lista dos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19, segundo o Plano Nacional de Imunizações (PNI). A vacinação desse grupo, que contempla mais de 17 milhões de brasileiros, deve começar em maio.

 

Nesta quarta-feira 21/04, o Ministério da Saúde divulgou critérios para a vacinação dessas pessoas. Segundo a pasta, o grupo de comorbidades foi baseado em princípios similares estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A última atualização do PNI, feita em março, definiu que o grupo engloba adultos de 18 a 59 anos com:

 

  • Diabetes melitus
  • Pneumopatis crônicas graves
  • Hipertensão Arterial Resistente (HAR)
  • Hipertensão arterial estágio 3
  • Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com LOA e/ou comorbidade
  • Insuficiência cardíaca
  • Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar
  • Cardiopatia hipertensiva
  • Síndromes coronarianas
  • Valvopatias
  • Miocardiopatias e pericardiopatias
  • Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas
  • Arritmias cardíacas
  • Cardiopatias congênitas no adulto
  • Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
  • Doença cerebrovascular
  • Doença renal crônica
  • Imunossuprimidos
  • Anemia falciforme
  • Obesidade mórbida
  • Síndrome de Down
  • HIV.

 

Para receber a vacina, as pessoas com essas comorbidades devem estar pré-cadastradas no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) ou em alguma unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Caso não estejam, é necessário apresentar algum documento que comprove a inclusão no grupo prioritário, como receitas médicas, prescrições, exames, relatórios médicos.

 

O MS orienta que ordem da vacinação seja feita de forma escalonada, dos mais velhos para os mais jovens. Entretanto, os estados e municípios “têm autonomia para seguir com as estratégias locais na campanha de imunização, conforme as demandas regionais”.

 

 

Com G1