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Rádio Santana FM

Itaúna, 16 de junho de 2021

frutas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não são somente os postos de combustíveis que estão passando maus bocados com a paralisação dos caminhoneiros por todo o país. O setor alimentício também acaba sendo penalizado pela falta de reabastecimento. Nas estradas são muitos os caminhões refrigerados ou não, que estão parados desde domingo com carga perecível.

É o caso de um caminhão carregado de Jaca, que está parado  desde o inicio da paralisação na BR 381, de acordo com o motorista se o movimento não acabar hoje a única solução vai ser descartar o produto no mato mais próximo e arcar com o prejuízo que gira em torno de R$ 4.000,00. Em outro caminhão com baú refrigerado o motorista só nessa terça feira teve que ficar com a carreta funcionando por mais de  6 horas para manter a temperatura adequada de armazenamento dos produtos.

Aqui em Itaúna restaurantes e estabelecimentos que comercializam produtos do setor hortifrúti, já estão sentido os reflexos do desabastecimento.

No restaurante Recanto do Sabor, a proprietária Jânia, falou com nossa reportagem na manhã desta quarta (25) que já está ficando difícil oferecer aos clientes variedade em legumes e verduras. Geralmente a proprietária vai diretamente ao CEASA fazer suas compras, mas o receio de serem abordados pelo movimento grevista, trás receio a todos. Com isto em alguns lugares começam a faltar frutas verduras e legumes.

 

Saiba o que revelaram alguns proprietários do setor

 

 Varejão  central –  O motorista  até tentou ir ao Ceasa  hoje, mas desistiu dado ao grande numero de caminhões parados  já está faltando, mercadorias como abobrinha, cenoura ,jiló,  e com isto os  preços começam a aumentar em razão da falta do produto.  

Varejão IE –  A empresa não tentou ir ao Ceasa já que ainda possui produtos da ponta de estoque mas para esta quinta se não puder reabastecer produtos poderá faltar.

Serra verde  – Ainda trabalha com a sobra de segunda feira.