Onda de calor em Minas vai durar mais do que o esperado

14/12/2023 | Itaúna, Minas Gerais

A previsão é que essa onda de calor se estenda até 20 de dezembro – Foto Getty Images

 

 

Uma massa de ar quente ganha força nos próximos dias em várias partes do país. Em Minas Gerais, os termômetros devem marcar entre 38ºC e 40ºC no Norte e Noroeste entre quinta-feira 14/12 e domingo 17/12.

 

No entanto, segundo o meteorologista do Inmet Heráclio Alves, a previsão é que essa onda de calor se estenda até 20 de dezembro, quando, dois dias depois, terá início o Verão.

 

“Durante o período da onda de calor, pode chover de forma rápida e isolada à tarde em Minas, o que não deve aliviar a sensação de calor. Ou seja, o tempo vai permanecer abafado”, explica o meteorologista.

 

Vale dizer que, segundo a Climatempo, a extensão do prazo da onda de calor é válida especificamente para o Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, sul do Mato Grosso, norte de São Paulo, sul do Tocantins, oeste da Bahia e grande parte de Minas.

 

Até lá, as menores máximas enfrentadas pelos mineiros ficam entre 32ºC e 34ºC no Leste do estado e nas regiões serranas, como Sul e Sudoeste. Já as temperaturas mais baixas nas primeiras horas da manhã acontecem no Sul e Sudeste, com mínimas estimadas de 10ºC a 12ºC, que devem se elevar de forma rápida.

 

Massa de ar quente

 

Uma massa de ar quente ganha força, nos próximos dias, em grande parte da região centro-sul do Brasil. De acordo com o Inmet, a expectativa é que no fim de semana os termômetros ultrapassem os 40°C, inclusive no Rio Grande do Sul.

 

A partir de sexta-feira 15/12, o forte calor também deve atingir a maior parte do Centro-Oeste e Sudeste do país, além das regiões Norte e Nordeste, com temperaturas máximas que podem superar 40°C nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e interiores de São Paulo e Bahia.

 

A condição climática deve se manter até domingo 17/12. Por isso, o Inmet emitiu alerta de nível laranja (perigo), já que o fenômeno deve persistir por, pelo menos, quatro dias consecutivos, sendo que, a partir de três, já se configura o prazo mínimo para afirmar que uma onda de calor está em curso.

 

*Com informações do Uai 

 

 

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