Preso suspeito de estuprar várias crianças e adolescentes ao longo de 23 anos

20/07/2023 | Centro-Oeste

 

PC solicitou ao poder judiciário a autorização para a divulgação da imagem – Foto PC

 

 

A Polícia Civil de Minas Gerais forneceu detalhes da investigação sobre crimes de pedofilia ocorridos em várias cidades do Centro-Oeste, durante entrevista coletiva realizada nessa quarta-feira 19/7.

 

O principal suspeito é um homem de 43 anos, natural de Pará de Minas, que foi preso no último 6 de julho e está sendo investigado por abusar sexualmente de crianças e adolescentes ao longo de 23 anos. Até o momento, oito vítimas foram identificadas.

 

As investigações, coordenadas pelo delegado Rodrigo Noronha, tiveram início há sete meses e estão apurando diversos crimes nos quais o suspeito abusou sexualmente de crianças e adolescentes, desde o ano de 2013.

 

A maioria dos abusos denunciados ocorreu no distrito de Engenho do Ribeiro, zona rural de Bom Despacho, onde o suspeito aproveitava a pouca idade das vítimas, bem como os laços familiares e de proximidade, para cometer os crimes.

 

De onde são as vítimas 

 

As vítimas são crianças do sexo feminino entre 5 e 8 anos de idade. Ainda de acordo com o delegado, o pará-minense já foi investigado por prática semelhante em 1997, na cidade de Conceição do Pará.

 

Em relação a possíveis novas vítimas, o delegado regional Thales Gontijo revelou que o suspeito, já residiu em várias cidades da região nos últimos anos, incluindo Pará de Minas, Papagaios, Pitangui, Nova Serrana, Santo Antônio do Monte e Bom Despacho. Além disso, ele trabalhou como pedreiro em outras localidades.

 

Diante desses fatos, a PC solicitou ao poder judiciário a autorização para a divulgação da imagem do suspeito, com o objetivo de aguardar possíveis novas vítimas que possam surgir e relatar o que sofreram com esse indivíduo a fim de obter mais informações sobre o caso.

 

Possíveis novas denúncias 

 

A Polícia Civil orienta que todas as violações contra crianças e adolescentes sejam denunciadas aos órgãos de proteção e podem ser registradas em unidades policiais ou por meio dos disques 100 e 181.

 

 

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