Servidores da saúde dão início à paralisação em Minas

30/03/2015 | Minas Gerais

greve medicos minas

 

 

Servidores da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) começaram nesta segunda-feira uma greve por tempo indeterminado. Inicialmente, as atividades foram paralisadas parcialmente nos hospitais João XXIII, Alberto Cavalcanti, Eduardo de Menezes e na Maternidade Odete Valadares. Todas as unidades estão em Belo Horizonte e, de acordo com Carlos Augusto dos Passos Martins, coordenador da Associação Sindical dos Trabalhadores em hospitais de Minas Gerais (Asthemg), o movimento pode afetar o interior do estado. 

A categoria reivindica reposição da inflação dos últimos três anos, o que representaria um reajuste salarial de 15{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} a 20{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}, segundo cálculos do sindicato. Os servidores também cobram do governo melhores condições de trabalho e Carlos Augusto denuncia falta de medicamentos e de equipamentos nas unidades de saúde. 

Com a paralisação, os locais com pacientes internados ou de atendimento de urgência e emergência funcionam com escala de mínima de funcionários de 30{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b} e 50{4f38b4b7d8b4b299132941acfb1d57d271347fbd28c4ac4a2917fcb5fee07f0b}.

Asthemg informou vai o comando da greve que vai se reunir com o governo de Minas nesta segunda-feira, às 14h, na Cidade Administrativa. Na manhã de hoje, os trabalhares prometem se concentrar na portaria principal do Hospital João XXIII, na Avenida Alfredo Balena, onde farão um ato.

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