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França confirma primeiro caso de ebola em meio a epidemia

24/06/2026 | Brasil, Mundo

Médico humanitário retornou de missão na África e está isolado – foto Divulgação / Governo de SP

 

 

Em meio à epidemia de Ebola, em dois países do continente africano, a França confirmou, nesta quarta-feira 24/6, o primeiro caso da doença, em um médico humanitário que voltou de uma missão na República Democrática do Congo, na África.

 

A confirmação é do Ministério de Saúde francês. Segundo a instituição, a missão do médico francês era justamente em um dos países onde o vírus está circulando. De volta ao país de origem, o paciente foi “imediatamente internado em uma unidade especializada e encontra-se em condição estável”.

 

Ainda de acordo com o ministério, “a França possui recursos especializados para o gerenciamento de doenças infecciosas altamente transmissíveis”. Neste caso, o país mantém o tratamento do paciente em “uma unidade de saúde designada, seguindo rigorosos protocolos de biossegurança (sala com pressão negativa, equipamentos e protocolos específicos)”.

 

O paciente está isolado e ainda passa por uma “investigação epidemiológica completa”, para identificar as pessoas que tiveram contato com ele antes do diagnóstico. Depois, as autoridades de saúde entram em contato e mantêm essas mesmas pessoas em isolamento, por 21, na residência de cada um, e em constante monitoramento.

 

Vale lembrar que, em maio deste ano, a Organização Mundial da Saúde declarou o Ebola como Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional, devido à circulação ativa do vírus na República Democrática do Congo e em Uganda.

 

O Ebola é causado por um vírus que pode levar à morte. O vírus é transmitido aos humanos por animais selvagens e, em seguida, passa de pessoa para pessoa, via fluidos corporais (sangue, saliva, sêmen, leite materno, suor, fezes e vômito de pessoas infectadas, vivas ou não); também por objetos contaminados ou na carne de animais selvagens. Quem acaba se infectando pode apresentar “febre alta e hemorragia”.

 

*Por Rádio Agência Nacional 

 

 

 

 

 

 

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